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Campanha de vacinação contra a gripe é prorrogada em São Luís

A campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até dia 15 de junho em São Luís. A medida partiu do Ministério da Saúde, em função da greve dos caminhoneiros. A partir desta segunda-feira (4), a vacina continuará disponível nos postos da rede municipal de saúde. Até esta semana, a Prefeitura da capital já imunizou,
Redação
01 jun 2018
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Crianças de seis meses a cinco anos são um dos alvos da campanha de vacinação contra a gripe (Foto: A.Baeta)

A campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até dia 15 de junho em São Luís. A medida partiu do Ministério da Saúde, em função da greve dos caminhoneiros. A partir desta segunda-feira (4), a vacina continuará disponível nos postos da rede municipal de saúde. Até esta semana, a Prefeitura da capital já imunizou, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), cerca de 145 mil pessoas integrantes do público prioritário, o que representa quase 70% da meta de cobertura. A meta estipulada pelo Ministério, em São Luís, é a imunização de 209.974 pessoas, o que corresponde a 90% do público-alvo.

A Prefeitura tem promovido ações como o Dia D Municipal de Vacinação, além de estender o horário em alguns postos de saúde que passam a atender a população até às 18h, de segunda a sexta-feira.

Entre as unidades de saúde com horário de funcionamento estendido, por determinação do prefeito Edivaldo, estão os centros de saúde Paulo Ramos, Turu, Cohab, Genésio Rego, Liberdade, Bezerra de Meneses, São Francisco, Djalma Marques, Fabiciana, Janaina, Clodomir Pinheiro e Vila Bacanga. Estes atenderão até às 18h. O horário estendido tem como objetivo ampliar o acesso do público-alvo à vacina para garantir a cobertura da meta proposta pelo Ministério da Saúde.

A vacina tem eficácia de seis a 12 meses e reduz as complicações que podem gerar casos mais graves da doença, internações ou até mesmo óbitos. Protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano, no Hemisfério Sul, de acordo a Organização Mundial da Saúde (OMS): o A/H1N1; A/H3N2 e influenza B.

Público

O público-alvo inclui idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a cinco anos, trabalhadores da saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres em até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional. Pessoas com doenças crônicas, como asma ou diabetes, também integram o grupo prioritário.

Se sobrarem vacinas, o público poderá ser ampliado para crianças de cinco a nove anos e adultos com idades entre 50 e 59 anos, segundo determinou o Ministério da Saúde aos municípios. O Governo Federal distribuiu 60 milhões de doses aos estados.

De acordo com os últimos dados do governo, já foram vacinadas 35,6 milhões de pessoas no país, que equivale a 66% do público-alvo. Com a prorrogação da campanha, a esperança é de vacinar os 18,8 milhões de brasileiros que ainda não receberam a dose do imunizante (chegando, assim, à meta de proteger 54,4 milhões de indivíduos).

 

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