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Julgamento de acusados da morte do empresário Marggion Andrade é adiado

O julgamento dos acusados Alex Nascimento dos Santos e Francisco das Chagas de Sousa Lima pela morte do empresário Marggion Andrade foi adiado para novembro. A data marcada era esta segunda-feira (4), mas uma falha processual causou o adiamento do júri popular. “Infelizmente houve uma questão processual ligada a intimação da família da vítima. Tinha uma
Redação
05 jun 2018
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Alex Nascimento é um dos acusados de envolvimento no assassinato do empresário Marggion Andrade (Foto: Reprodução)

O julgamento dos acusados Alex Nascimento dos Santos e Francisco das Chagas de Sousa Lima pela morte do empresário Marggion Andrade foi adiado para novembro. A data marcada era esta segunda-feira (4), mas uma falha processual causou o adiamento do júri popular.

“Infelizmente houve uma questão processual ligada a intimação da família da vítima. Tinha uma assistente de acusação no processo e eles quiseram um tempo para constituir um novo assistente para participar do julgamento pelo tribunal do júri popular”, afirmou a Juíza da 1ª Vara Criminal, Tereza Mendes.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Alex Nascimento e o corretor de imóveis Francisco das Chagas estão envolvidos no assassinato encomendado do empresário. Alex, Roubert dos Santos (caseiro da vítima) e mais um adolescente teriam executado Marggion dentro de um terreno no Aracagy. O crime aconteceu em 14 de outubro de 2011.

“Um deles é acusado pela denúncia de um crime chamado de estelionato. Ele teria participação na negociação ilícita no terreno e o outro teria participação direta no homicídio da vítima”, declarou a juíza.

De acordo com as investigações, o crime foi motivado por uma disputa pela propriedade do terreno, que já era legalmente de Marggion Andrade, mas foi revendido pela Imobiliária Territorial por meio de documentos falsos a mais quatro clientes.

Conforme garantiu a polícia, o empresário assassinado foi o primeiro comprador legal do lote e até estava iniciando a construção de uma casa, apesar das frequentes ameaças de morte que recebia e que são atribuídas no inquérito aos sócios da imobiliária.

Quase sete anos depois do crime, nenhum dos acusados de matar o empresário Marggion Andrade foi a julgamento e respondem ao processo em liberdade. Enquanto isso, o corretor de imóveis Elias Orlando e o ex-vereador de Paço do Lumiar, “Júnior Mojó”, apontados como mandantes, recorrem ao Supremo Tribunal de Justiça para não irem a juri popular.

A denúncia do Ministério Público diz que ‘Júnior do Mojó’ e Elias Orlando teriam pago R$ 12 mil reais para o caseiro Roubert dos Santos apertar o gatilho. Roubert foi assassinado em setembro do ano passado, no bairro Vinhais, com doze tiros. O adolescente envolvido no crime também foi assassinado.

 

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